sábado, 15 de maio de 2010

COLUNA "Negócios & Conteúdo"


Propostas de economia para o bolso e o ambiente
Por Andréa Morais

Renovar é uma das minhas principais propostas para redução do consumo de energia elétrica. Além de diminuir o custo e agir de forma ambientalmente correta. Para Furnas – Centrais Elétricas S.A - conservar energia, ou não desperdiçá-la é tão importante que eles investem em projetos de reeducação. Tais mudanças são fundamentais no Combate ao Desperdício de Energia Elétrica e da conservação do Meio Ambiente.
O uso de energia renovável, por prover de ciclos naturais, como a conversão da radiação solar, que é a fonte primária de quase toda energia disponível na Terra é praticamente inesgotável e não altera o balanço térmico do planeta, além de serem menos poluentes. Energias alternativas como: hidráulica; eólica; oceânica; solar e a biomassa são algumas que podem ser utilizadas no Brasil. Mas a implantação dessas energias tem um custo bem alto, portanto sugiro economias alcançáveis a qualquer cidadão, com atitudes ecologicamente corretas e responsáveis, que podem ser aplicadas em seu dia-a-dia, com a intenção de construirmos uma sociedade mais responsável e sustentável, são elas: Economizar água, ao tomar banho, desligar o chuveiro enquanto se ensaboar, desligar a água da torneira enquanto escovar os dentes; economizar energia, pintando a casa com cores claras e deixar as janelas e portas abertas para aproveitar a claridade do dia, além de desligar as luzes quando a televisão estiver ligada e no ambiente que não tiver ninguém e desconectar os aparelhos elétricos das tomadas quando não estiverem em uso; reciclar o lixo , economizar na produção e não jogá-lo nas ruas; evitar o uso de veículos automotivos para lugares próximos, fazendo o caminho a pé ou de bicicleta e ir para lugares mais distantes de transporte coletivo, seja público ou com várias pessoas em um único veículo.
Todas as atitudes sugeridas irão economizar o desgaste do meio ambiente e ajudar na redução dos gastos com produtos básicos e indispensáveis, além é claro de proporcionar a redução em sua economia mensal e na do país. O Meio Ambiente agradece!

terça-feira, 6 de abril de 2010

Desenvolvimento dos Esportes Radicais


Tentando praticar windskate na Praia do Forte, em Cabo Frio
Por Andréa Morais


O Brasil é considerado o país do futebol e do samba, mas por sua geografia diversificada possibilita a prática de várias categorias de um esporte que vem crescendo; e quem sabe, por conta desse crescimento, pode se transformar em País dos Esportes Radicais? É o que já está acontecendo na Região dos Lagos, bastante procurada por turistas, não só para curtir as belas praias, como as belas serras, que possibilitam a prática das mais variadas modalidades de esportes radicais. Atividades como o mergulho, Surfe, Windsurfe, Kitesurfe, Sandboard, skate, rappel, vôo livre, escalada, entre outras. A região já é palco de competições internacionais de Surfe e Kitesurfe, em Saquarema e Araruama respectivamente. Mas pode e deve acrescentar mais categorias ao cenário de belezas naturais próprias da região.


Os esportes de aventura, nome que deu origem ao esporte, são considerados radicais por oferecerem mais riscos do que os esportes em geral, o que os torna mais emocionantes pelo fato de estarem envolvidos em situações extremas de limites dos participantes e por isso exigirem um maior esforço físico e maior controle emocional. Segundo especialistas, estas atividades fazem muito bem à saúde. Porém é bom lembrar, que além do cuidado excessivo com a segurança, pelos riscos destas práticas esportivas, há ainda algumas restrições quanto ao perfil dos praticantes dos esportes de aventura, ignoradas por uma grande parte desses praticantes. 


Por esses motivos, o aumento de amantes da prática de esportes radicais cresce principalmente nas férias por conta de pousadas e hotéis proporcionarem roteiros com algumas modalidades da prática esportiva. Justamente, porque nesta época, os praticantes e curiosos buscam pela prática destas atividades, que funciona como uma válvula de escape para o stress urbano. Mais uma preocupação surge, será que os condutores são profissionais capacitados, para evitar os acidentes? 


Outra especialidade do esporte é a busca dos praticantes pela autoconfiança de superar obstáculos; somada a superação de vencer os outros competidores tem feito com que algumas modalidades do esporte passem da simples atividade praticada por aventureiros, em obter o bem estar, para as competições mundias. É o caso das competições nos X GAMES, a mais importante competição de esportes radicais do mundo. Além da participação nas Olimpíadas de Inverno com várias categorias. Já nas Olimpíadas tradicionais está presente com as modalidades: canoagem, triatlo e vela. 


Entretanto, como em todo desenvolvimento, surgem os prós e contras, a prática de esportes radicais livremente está com os dias contados. Com o aumento de adeptos ao esporte radical, o Senado resolveu regulamentar a sua prática. Segundo informações no site do senado, no dia 19/03/2010, o projeto do senador Efraim Morais (DEM – PB) define regras para a prestação de serviços dessas práticas esportivas e normas para o acesso aos equipamentos utilizados. E ainda, um melhor enquadramento civil e penal dos prestadores de serviço relacionados a esportes radicais. Além de projetos que autorizam o governo federal a criar duas universidades federais, uma escola técnica federal e cinco unidades de institutos federais de educação.


A possibilidade da criação de universidades e escolas técnicas mostra o crescimento e a importância do esporte para o país. Mas será que, com as análises e regras estabelecidas para a sua prática vai fazer com que os esportes radicais percam as origens de aventura e não sejam mais tão radicais assim? Ou quem sabe, estas mudanças sejam somente para dar maior segurança aos praticantes, e com isso, os que abusam da autoconfiança e colocam a vida em risco tenham mais responsabilidade? A nós praticantes e ou adoradores dos esportes radicais só nos resta ficarmos na torcida para que o desenvolvimento do esporte possibilite cada vez mais competições entre as diversas categorias, além da segurança na prática com o acompanhamento de profissionais qualificados.

domingo, 21 de março de 2010

MONOGRAFIA É O BICHO!

Foto de Fabrício Rocha
Andréa Morais e Anneliese Lobo em apresentação do Projeto de Monografia na 1º Mostra de Comunicação da UVA.

Por Andréa Morais
Monografia é ou não é o bicho? Pode ser um bicho de sete, mais ou menos cabeças; dependendo da quantidade de autores que o pesquisador utilizar para embasar seu estudo.Mas também podemos dizer que é o bicho no sentido de tudo de bom! Por esse ser um momento muito favorável para o desenvolvimento da pesquisa e do conhecimento. Porém esse processo pode ser mais ou menos doloroso dependendo da forma como o estudante encara esse percurso. Para a galera que acredita poder continuar dando um jeitinho; sinto informar que na monografia não vai rolar.A demanda de leitura e recolhimento bibliográfico que precisa ser feita no período de pesquisa pode ser amenizada com um objeto bem recortado e um bom calendário de prazos e metas. Acredito que com responsabilidade e determinação todos os que chegaram ao final do curso tem capacidade de conseguir escrever sua monografia.Eu estou tendo muito prazer em escrever minha monografia, mesmo com a enorme quantidade de leitura em pouco tempo. Foram mais de dezesseis livros, alguns artigos e dezenas de sites visitados, para conseguir escrever sobre o assunto com boas argumentações.A pesquisa traz um aprendizado maravilhoso, e agora, mais do que nunca, eu entendo porque desde o início do curso os professores insistem em reforçar a importância da leitura para adquirir conhecimento.A monografia é uma experiência única de adquirir grande conhecimento para todas as áreas de sua vida, por conta das argumentações e das sínteses que são necessárias para elaboração de uma boa pesquisa.Uma boa dica para os que ainda vão escrever a sua: o maior segredo da monografia é a escolha do tema. Opte por um assunto sobre o que você gosta, porque assim, o trabalho será prazeroso e acrescentará ainda mais para uma área de seu interesse. Boa sorte!

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Momento de Filosofar

Ontem tive um momento filósofa de ser e resolvi dividir com todos por achar valioso, principalmente neste período de Carnaval.
"Quando a gente vive a favor do Universo, ele retorna de forma positiva para o bom funcionamento do caminho que temos a seguir".
Andréa Morais.

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

PRÊMIO CABO FRIO DE COMUNICAÇÃO

Experiências vividas

No V Prêmio Cabo Frio de Comunicação.
Por Andréa Morais
Tive o prazer de participar por duas vezes no Prêmio. No ano passado em minha primeira participação fui premiada em duas categorias com o 1º lugar. Havia me inscrito em três categorias entre elas a internet, categoria essa em que fui desclassificada, por isso, o material não chegou nem a ser exibido, o que também aconteceu com outros trabalhos neste mesmo ano.
Já no VI Prêmio Cabo Frio de Comunicação, apesar de outros produtos desclassificados não serem exibidos, o trabalho de Radiojornalismo, na categoria universitária e os dois de Reportagem de Internet, na categoria profissional, em que eu estava concorrendo foram exibidos como classificados, o que criou a expectativa em saber se seria o 1º ou 2º lugar, já que só havia dois concorrentes. Porém para surpresa de todos, nas duas categorias, não houve premiados.
O que não concordo é, se não foram classificados pelos jurados, então, porque os trabalhos foram exibidos?Acredito que a intenção da organização foi a melhor possível, mas espero que no próximo ano sejam revistas as classificações dos trabalhos e as exibições dos mesmos no Prêmio, para não criar expectativas nos concorrentes, nem tão pouco constrangimento.
O meu produto está publicado em meu Blog com o título  Vamos Chamar o Vento e no site www.agenciahoradenoticias.com.br . Nele falo da exclusividade da natureza, que acontece somente em seis lugares no planeta: Cabo Frio, Mauritânia, Califórnia, Chile, Austrália e Peru, com a dobradinha vento mais ressurgência.
No VI Prêmio Cabo Frio de Comunicação, na companhia de minha irmã e minha mãe
O fato ocorrido me fez sentir as duas emoções previstas nos dois lados da moeda. O prazer de ser premiada no V Prêmio Cabo Frio de Comunicação e o dissabor de não ser premiada no VI Prêmio Cabo Frio de Comunicação, com uma pitada de constrangimento. Mas, como acredito que, "viver é não ter a vergonha de ser feliz, com a certeza de ser uma eterna aprendiz", fica mais um aprendizado em minha trajetória.
Beijos e até a próxima!